sexta-feira, 3 de junho de 2011
Quando uma menina se apaixona.
Leve e fresca, segue para onde o amor está.
Vira pássaro.
Livre e feliz a cantorolar .
É feito suspiro.
Doce. Derrete com um beijo...
Seus olhos brilham como raios de sol!
As maos suam, as pernas tremem e o coraçao...
Ah! Esse parece a bateria da Mangueira em dia de ensaio.
Fica faceira.
De sorriso fácil como criança.
Quer colo e dengo.
Faz charme e distribui chamego aonde vai.
Quando uma menina se apaixona jura amor eterno.
Faz planos, quer casar, pensa em filhos...
Diz que ama mais do que tudo
E mal se aguenta de tanto amor dentro do peito!
Porque ninguém sabe amar mais e melhor do que uma menina...
Postado por Michelle às sexta-feira, junho 03, 2011 0 comentários
Menina dourada
desconfiado
o menino apaixonado
quer encantar
a menina dourada...
:
Qual verbo
conjugaria?
que frase
entonaria?
alguma palavra mágica
haveria?
quem lhe ensinaria?
:
"Aê... trança maneira..."
"Gosto das suas sardas..."
"Sua mochila é bonita..."
"Esse tênis é irado, mas tá desamarrado..."
:
Será???
:
Com certeza teria que estar bem bonito
penteado
arrumado
dente escovado
banho tomado
atchim!, perfumado!
:
Qual a frase adequada
um menino apaixonado
usa pra pedir uma menina dourada
pra ser sua namorada???
Postado por Michelle às sexta-feira, junho 03, 2011 0 comentários
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Enquanto
E enquanto houver sonho, amor e fantasia , haverá esperança!
William Shakespeare
Postado por Michelle às quinta-feira, junho 02, 2011 0 comentários
Cada vez mais cedo...
Os jovens nunca foram tão bem informados
e precoces em relação ao sexo. Nem por isso
estão menos confusos sobre o assunto
Pedro Rubens![]() |
A persistência das angústias em relação à vida amorosa, apesar do conhecimento e das liberdades atuais, tem uma explicação óbvia. "Sexo não é só uma questão de informação, mas também de maturidade", pondera o psicólogo Mauricio Torselli, do Instituto Kaplan, centro de estudos da sexualidade em São Paulo. Esta é a primeira geração que não conta com a orientação de um guia socialmente rígido para a sexualidade. Pais e mães estão igualmente confusos, preocupados e tão carentes de parâmetros quanto os próprios filhos. Muitos deles tentam estabelecer paralelo entre o que está acontecendo e sua própria geração. Os dois momentos são diferentes. O desejo de romper estruturas sociais esclerosadas fez da liberdade sexual uma das bandeiras dos jovens nos anos 60 e 70. Quando chegou a vez deles, deram liberdade aos filhos, mas não incluíram no pacote um modelo de comportamento sexual. O que se observa na sexualidade da atual geração não tem nem vestígio daquela energia rebelde e transformadora. O debate agora não é mais a presença de limites e sim, eventualmente, a ausência deles.
A precocidade e a ousadia dos primeiros relacionamentos são uma característica de hoje. A idade da primeira vez das meninas é 15 anos, de acordo com pesquisa da Unesco nas principais capitais do país. A dos meninos, 14. O surpreendente é que muitos jovens que têm vida sexual ativa não começaram com um namoro firme, mas com alguém com quem "ficava" – ou seja, com um quase desconhecido. Ficar é o nome dado a sessões de beijos e abraços mais ousados. A diferença entre essa relação e o namoro tradicional é que a primeira é descompromissada e passageira. Uma menina que fica com um colega numa festa não precisa tratá-lo como alguém especial ao vê-lo no colégio no dia seguinte. A pressão sobre os adolescentes para que iniciem a vida sexual ativa deve fazer com que os jovens se sintam num túnel de vento. Como tomar a decisão? A única resposta é: pense bem se você está preparado e se é isso mesmo o que quer. "Um risco é o jovem, de tanto ouvir falar de sexo, ter a falsa idéia de que crescer significa ter quanto antes uma relação sexual", diz o psicólogo paulista Antonio Carlos Egypto, do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual. Nesse assunto, os pais podem ajudar bastante. Muitos deixam de perguntar sobre a vida dos filhos quando eles chegam à adolescência. É um erro. Os especialistas aconselham a continuar a falar sobre comportamento, expectativas e valores. Só é preciso evitar pronunciamentos solenes. Adolescentes odeiam sermões – especialmente sobre sexo.
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com o filho?
Já foi costume o pai chamar o filho, logo que este entrava na puberdade, para uma conversa "de homem para homem". Ele então explicava o que é a relação sexual entre um casal, com o objetivo de preparar o filho para essa experiência. Hoje em dia, os adolescentes aprendem tudo o que é possível sobre sexo na escola, com os amigos, com as namoradas, nas revistas, nos programas de TV e na internet. Os pais ficam angustiados e se perguntam se essa conversa ainda faz sentido. A resposta é: sim e não. Os filhos não precisam de informação, mas de formação. Ou seja: cabe aos pais dizer a eles o que acham certo e o que consideram errado e incentivá-los a formar a própria opinião sobre o assunto.
"É necessário falar sobre sexo com os filhos, mas não transformar esse assunto numa solenidade", diz a psicóloga paulista Rosely Sayão, especialista em adolescentes. "Os pais também não precisam entrar em detalhes com os filhos. Além de constranger os dois lados, isso não acrescenta nada de útil ao rapaz ou à garota." Em lugar da conversa formal, funciona melhor tocar no assunto em situações do cotidiano, da forma mais natural possível. Se pai e filho estiverem assistindo a um programa na TV e aparecerem cenas de sexo, o pai pode dizer o que pensa sobre isso e comentar como era na época de sua juventude.
Fonte: Revista Veja.
Postado por Michelle às quinta-feira, junho 02, 2011 0 comentários
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Nova folha
Postado por Michelle às quarta-feira, junho 01, 2011 0 comentários
Quando...
Quando vier falar comigo, olhe dentro dos meus olhos...
As respostas que não sairem de minha boca estaram estampadas no fundo deles.
Postado por Michelle às quarta-feira, junho 01, 2011 0 comentários












